Familia Staszewski

Familia Staszewski
Boyd, Conceicao e Zachary

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

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Ansiedade da Separação – Real ou Imaginado?

Meu filho está nesta tao famosa ansiendade da separação que acontece aos 8 meses em todos os bebês, o mais incrivel é que poucas pessoas que conheço sabem dessa fase ou dos Picos e Saltos de desenvolvimento.

A Ansiedade da separação existe e não é manha dos bebês, eles sofrem mesmo, eles perecebem aos 8 meses que somos ( mãe e filho) duas pessoas diferentes, e separadas, e isso para ele é sofrimento.

Meu filho está assim, quer sempre estar comigo, fico muito cansada, pois além disso esta fase afeta o sono deles, e as vezes estamos tao estressados, e nos deixa mais ainda estressada sao so comentários do tipo, ele faz manha, ele precisa chorar, sei que todos querem ajudar, mais importante do querer criar bem um filho e saber as fases dos mesmo, eles noa vem com manual de instruçoes, eles não podem dizer o que passa com eles, e saber dessas coisa é muito importante.


Separação da Ansiedade é uma experiência bastante real – e comum – pela qual a maioria das crianças de aproximadamente 8-16 meses passam. Uma criança dessa idade não é capaz de entender o que a ausência dos pais significa. Para uma criança muito pequena, “fora de alcance da visão” pode ser conceituado como “embora para sempre”. Entre as idades de 4 a 6 anos, o nervosismo e a ansiedade associados com a Ansiedade da Separação ainda não desapareceram por completo.

Toda criança precisa de um período de ajuste, no entanto, e paciência e compreensão são necessários para confortar a criança ansiosa. Sintomas da Ansiedade da Separação podem incluir que a criança é “um grude” e uma relutância de ser deixado em um lugar não familiar, como uma creche ou escolinha. Algumas crianças têm um medo genuíno de novos ambientes e faces desconhecidas.

Ansiedade da Separação – Como posso ajudar minha criança a superar?
Crianças precisam de ajudam quando superando a Ansiedade da Separação. Eles precisam ter certeza que o pai, mãe ou responsável vai embora mas vai voltar de novo. Muitos pais são hesitantes em deixar seu filho sob os cuidados de outra pessoa. Deixá-los, no entanto, pode ser um passo na direção certa para ajudar a criança a socializar e ganhar confiança, não só nos pais, mas no mundo fora de casa.

Casos mais extremos de Ansiedade da Separação são geralmente associados com o desconforto dos pais ou responsáveis em deixar a pequena criança. As crianças são rápidas em perceber o nervosismo dos pais que estão manifestando sua própria ansiedade em separar-se da criança. Um pai que permanece calmo e que dá segurança é um que vai encorajar seu filho a aceitar indivíduos de confiança e o novo ambiente.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

A Grande Viagem - II

Como havia falado antes do tratamento da companhia Delta aqui nos EUA, irei falar da diferença do tratamento da companhia TAM, no Brasil.

Quando desci no Brasil, sai para alfandega e assim declarar ou não os bens que levaria, bom o que poderia levar uma mulher com um bebê de 6 meses, muitas coisas de bebê, ( no meu caso), depois disso pedi ajuda de uma carregador que geralmente tem no aeroportos, ele veio e com muita gentileza me ajudou a colocar minha coisas no outro voo, que ia sair dali a 5 horas, isso mesmo 5 horas no aeroporto de Fortaleza, tedio total. Porem quando embarquei na TAM, e fiz a transição de babagagens, eles simplesmente foram amavéis, como eu estava com um Bebê, ele providenciaram um carro de bebê para mim, e uma pessoa para me acompanhar, achei isso muito bom ja que meu filo pesa 10 kg e havia despachado o carrinho dele, fiquei no aeroporto, todo esse tempo, dei banho no Zachary, la tem um berçario com banheira e tracador e uma moça super simpatica para nos atender, mas ressaltando a diferençao no tratamento das compania aereas, o respeito pelo fato de eu estar com uma criança, eles fizeram o trabalho deles, sem deixar-me sem graça, por que foi assim que me senti totalmente sem graça, como uma pessoa suspeita quando me colocaram numa sala isolada para revista feita pela Delta.
Na volta como eu ja sabia do tratamento nota 1000 da Delta foi preparada, nao levei nada, mas vi que ele tratam assim todas as pessoas que estão com crianças, totalmente sem respeito, vi uma brasileira na volta com duas crianças e o funcionario de Delta enchendo o saco dela, por causa das crianças, ate que ela deu uma resposta a ele.
Eles colocam uns armarios para nos receber, por que os homense mulheres são enormes e todos mal humorados ( resalatando que este tratamento foi aqui nos EUA, no Brasil os funcionario foram gentis comigo).

NO BRASIL
Casa da Minha mãe, fomos recebidos com muitas alegrias, afinal todos estavam esperando Zachary para conhece-lo, todos super felizes e para supresa, não a minha pois conheço minha cria, ele simplesmente adorou a todos, nao estranhou pessoa alguma, ria e brincava com todos, e ficaram mais apaixoandos ainda.



TRÊS DIAS DEPOIS, veio a supresa, Zachary começou a estranhar o lugar, clima, logo na primeira noite foi um tormento, ele e eu muito cansados e o calor que eu ja havia esquecido como era, meu filho não conseguia dormir nem relaxar, saimos para procurar hoteis, e por incrivel que pareça não tinha um hotel disponivél em Teresina, para meu desespero. Voltamos para casa, e com muito trabalho ele consegui dormi, ja não aguentava mais de cansado, até que enfim dormiu.
Nos proximos dias foi pior, com 3 dias ele ficou muito doente, levei em um hospital publico, ja que minha irmã tinha a maior fé nesse hospital, e para nada o medico so olhou para ele, mandou eu dar soro, ele com febre e vomitando, os olhos estvam como nunc vi antes tão abatidos, meu filho estava tão abatido, e pior do que ver meu filho doente foi ouvir das pessoas que ele tinha era quebranto e tinha que ir ao rezador..eu fiquei furiosa com estas supertiçoes que este povo acredita, viver sem poder sair com medo de pegar mal olhado..ah tenha paciência..não quero viver assim.
Depois de ve-lo vomitando pela quarta vez, nao aguentei so aquele soro nao iria resolver meu filho estava desidratado, levei a um hospital particular, e ainda tive que esperar umas 2 horas para ser atendida, ainda bem que tinha uma boa medica, e logo de imediato disse que ele teria que ficar no hospital para observação, e assim ele fiocu internado por um tempo, e depois decidir cuidar dele em casa, meu esposo aqui no EUA, desesperado, não conseguia dormi nem relaxar e eu la me sentindo muito sozinha, estava no meio da familia, mas pareçe que o que eles sabem não serve mais ara nós e dar um desespero, que queria ajuda e nada estava dando certo, segui as orientações medicas e logo ele melhorou do vomito e da febre, porem depois mais febre e agora com diarreia, levei ao medico novamente e segui as orientações, ele melhorou da febre, vomito e diarreia nada e so no leite materno, foram 30 dias de muita angustia para mim, ver me pequeno assim, entao decidimos voltar mais cedo, e assim foi feito, todos ficaram triste, mas nesse momento ver meu filho bom era o mais importante, ele adorou a todos, a vovò Constancia, a tia Bena, a tia Nira, e todos, mas era hora de voltar.
Voltamos e logo ele melhorou, agora esta comendo comida solidas, e muito feliz, temos planos de voltar daqui a dois anos, ele estará mais forte para o clima maravilhoso e tropical do Brasil.